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Especificações para o

Versões Extended Range e Long Range para ir longe.

A versão Long Range (LR) do ERJ145 pode transportar uma carga total de passageiros por até 1.550 mn (2.873 km). Escolha uma cidade próxima a você e veja até onde o ERJ 145LR voa.

Os alcances de voo são apenas indicativos e se baseiam em temperaturas de atmosfera padrão (ISA), ausência de ventos e o máximo de passageiros em configuração padrão de classe única. Não devem ser utilizados para o planejamento ou despacho de voos.

Cockpit

A suíte de aviônica all-glass e totalmente digital Honeywell Primus 1000 possui cinco telas de 8 x 7 polegadas alimentadas por dois computadores integrados.
 
São dois Monitores Principais de Voo (PFD), dois Monitores Multifuncionais (MFD) e um Sistema de Alerta de Tripulação e Indicação de Motor (EICAS), além de rádios Primus II, TCAS, Sistema de Gerenciamento de Voo (FMS) e Alarme de Proximidade do Solo (EGPWS).
 
Todos os ERJs têm um Computador de Manutenção Central (CMC) para monitoramento de condições em tempo real e detecção automática de erros.
 
Os pilotos valorizam a filosofia do projeto da cabine de comando escura e silenciosa, que maximiza os benefícios e a segurança em termos de ergonomia, enquanto diminui a carga de trabalho.

Estrutura

O ambiente operacional de companhias aéreas regionais é exigente. Alta utilização diária. Decolagens e aterrissagens frequentes. Embarque e desembarque rápidos.

A estrutura das aeronaves da família ERJ foi especificamente desenvolvida para aplicações regionais. Ela não é resultado do aumento ou diminuição de um projeto concebido para outros fins. Trata-se de uma família otimizada de jatos regionais, de ponta a ponta.
 
Fresagem química extensiva, a ausência de elos nas juntas de metal, o uso de compostos semimonocoque nas estruturas secundárias e a aplicação de revestimento de proteção especial contribuem para a resistência da estrutura da aeronave.
 
Tal durabilidade se reflete na vida útil de 75.000 horas de voo ou 60.000 ciclos sem rachaduras no projeto.

Comunalidade

Uma família de aeronaves proporciona economia adicional ao padronizar aspectos como tripulação, motores e peças de reposição. Na verdade, os quatro ERJs compartilham aproximadamente 98% dos mesmos sistemas e peças.
 
Este alto grau de comunalidade reduz as exigências por peças de reposição, viabiliza o uso do mesmo equipamento de suporte em solo e permite padronizar os procedimentos de treinamento e manutenção. Isso reduz custos, melhora a eficiência da logística das peças e aumenta a lucratividade.
 
A mesma qualificação para a tripulação em toda a família ERJ significa que o treinamento de diferenças é um dos mais simples no setor. Com os benefícios de uma família padronizada, os planejadores de frota e de tripulação vão encarar as alterações urgentes de voo como algo fácil.

Cabine

Projetada para passageiros e tripulação, as cabines ERJ são pressurizadas com 7,8 psi e mantêm uma altitude da cabine de 8.000 pés até um teto de 37.000 pés.
Os três assentos em paralelo, cada um com 31 polegadas, garantem que todos tenham um assento na janela ou no corredor.
Os compartimentos de bagagem apresentam painéis retráteis que economizam espaço, enquanto amplos armários fornecem espaço adicional para bagagem.
Cinco opções de arranjo para a cozinha permitem que as companhias aéreas personalizem o seu padrão de serviço de refeições e atendimento de cabine durante o voo.

Toalete

Todos os ERJs possuem um lavatório frontal transverso de 2 metros cúbicos (71 pés cúbicos), o maior para essa classe de aeronave.
 
O toalete ocupa toda a amplitude da cabine, o que o torna ideal para passageiros com mobilidade reduzida.

Janelas

Janelas amplas estão posicionadas ao nível dos olhos e alinhadas com cada fileira de assentos.
A generosa dimensão das janelas dá aos passageiros um grande ângulo de visão e ajuda a criar um ambiente claro e aberto na cabine.

Carga

Uma porta localizada no centro do compartimento de carga de 9,2 metros cúbicos (325 pés cúbicos) ajuda a agilizar o processo de carga e descarga.

A ampla porta de 1,12 x 0,96 metros (38 x 44 polegadas) e uma altura de 1,65 metros (65 polegadas) acima do solo possibilita o acesso sem que seja necessário uma esteira transportadora.

Motor

O Rolls-Royce AE3007 é projetado para simplificar a manutenção.
Os intervalos de manutenção e inspeção do motor coincidem com as verificações A e C da aeronave. Há portas para boroscópios em cada estágio do compressor e seis grandes painéis de acesso para um acesso direto ao centro do motor.
Lâminas e palhetas podem ser substituídas sem que seja necessário retirar o motor da asa e não é necessário qualquer tipo de peça específica para reconfigurar o motor para instalações no lado direito ou esquerdo. Uma mudança de motor requer somente 1,25 horas de trabalho.
Todas as principais unidades substituíveis estão localizadas na parte inferior do motor e posicionadas de forma a facilitar o acesso

Portas

A Embraer sabe que cada aeroporto é diferente. É por isso que a porta principal de passageiros nos ERJs pode ser de dois tipos.
Para ERJs que operam em grandes aeroportos, uma porta de encaixe que é compatível com plataforma de embarque. Tal recurso assegura transferências sem interrupções entre ERJs e aeronaves de linha principal e facilita o acesso para passageiros com mobilidade limitada.
Uma porta com degraus suspensos integrados é ideal para companhias aéreas atendendo aeroportos com limitações da infraestrutura de solo.

Checks DE MANUTENÇÃO

Os operadores do ERJ realizam verificações de manutenção nos seguintes intervalos:
CHECK DE ROTINA
100 horas de voo ou 14 dias
CHECK A
500 horas de voo
CHECK C
Sistema - 5.000 horas de voo
Estrutural - 5.000 ciclos de voo
Corrosão - a cada 30 meses

COMPLEMENTAÇÃO PARA JATOS MAIORES

A demanda nunca se mantém uniforme. Passageiros executivos que costumam viajar no mesmo dia preferem partidas saindo pela manhã e voltando pela noite. Mas nem todos desejam voar na mesma hora.
Muitas vezes é mais econômico e competitivo usar equipamentos de maior porte nos horários de pico de demanda ao longo do dia. Ainda assim, nos horários de menor demanda, os jatos regionais costumam compatibilizar capacidade e demanda.
A combinação de ERJs e jatos maiores aprimora o posicionamento competitivo, dá aos passageiros uma ampla escolha de voos, mantém a frequência e garante o número certo de assentos no horário certo do dia.

SUBSTITUIÇÃO DE TURBOÉLICES

Um aumento na velocidade e no alcance de voo de uma aeronave pode aumentar a sua produtividade.
 
Voar mais rápido e mais longe com um ERJ permite que você alcance os destinos mais cedo e atenda os mercados com maior frequência. Por sua vez, isso pode gerar mais assentos por milha/quilômetro. Mais voos significam mais oportunidades de gerar receita.
 
E por voar acima do clima severo, os passageiros têm a garantia de uma viagem tranqüila e confortável.

NOVOS MERCADOS

Os ERJs permitem que as companhias aéreas ampliem as suas áreas de abrangência de mercado a partir de um terminal central, obtendo tráfego novo de cidades que anteriormente eram atendidas exclusivamente por concorrentes ou não eram nem atendidas.
 
Unidades de pequena capacidade, como as oferecidas pelos ERJs, podem ser uma forma de baixo risco para abrir novos mercados. Com o crescimento da demanda, as companhias aéreas podem aumentar a frequência do ERJ até que aeronaves maiores tornem-se economicamente viáveis.

SUBSTITUIÇÃO DE JATOS MAIORES

Um assento vazio significa perda de receita. Na maioria das vezes, muitos assentos vazios indicam que há excesso de capacidade.
 
Encontrar o equilíbrio entre frequência e capacidade é importante para manter uma companhia aérea competitiva e lucrativa.
 
Os jatos regionais podem ajudar. Em vez de equipamentos de grande porte voando uma ou duas vezes nos horários de pico, a oferta de ERJs com diversas frequências pode distribuir a demanda ao longo do dia.
 
Os passageiros não somente terão mais opções de voo para escolher, mas as companhias aéreas também podem redirecionar os jatos maiores para rotas mais lucrativas.

Ruídos e emissões.

As emissões do ERJ 135 têm valores (margens) que estão muito abaixo dos limites do CAEP/6 para:
 
HC (g/kN)        12,6 (36% da margem)
 
CO (g/kN)        108,4 (8,2%)
 
NOx (g/kN)      43,7 (24,3%)
 
Fumaça (SN)    0,0 (100%)
 
Os ruídos do ERJ 135 estão bem abaixo dos limites FAR 36 para decolagem (89,0 EPNdB), dimensão lateral (94,0 EPNdB) e aproximação (98,0 EPNdB).
 
Valor EPNdB (Margem dB)
 
Decolagem            78,8 (10,2)
 
Dimensão lateral    84,6 (9,4)
 
Aproximação         92,3 (5,7)

Giro 360º

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